Paulo Paiva Palestrante: Com a transformação diária no cenário de pandemia somente com criatividade e inovação empresas se mantem no jogo pela competividade

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A mudança nos traz o desafio em passarmos de algo conhecido para algo desconhecido, de algo que estamos adaptados para algo que ainda não estamos adaptados, de algo cujo risco é conhecido e aferido com relativa precisão para algo cujo risco é desconhecido e mais difícil de calcular. Chamamos esse processo de transformação!


Não existe realidade existe percepção e a percepção é algo individualizado. A transformação organizacional segue ao ritmo da evolução tecnológica então a transformação pessoal precisa acompanhar essa evolução é um processo educacional e altamente veloz.


O mercado tem exigido pessoas mais dinâmicas, assertivas e mais criativas. A ideia do minimalismo menos é mais mas com criatividade é possível elevar o desenvolvimento das pessoas e as mesmas gerarem transformações significativas nas empresas e no mercado como um todo.


Você já parou para pensar quantas novas profissões têm surgido diariamente? Aquela profissão que seu avô, seu tio seus pais seguiram nem sempre tem mais o mesmo apelo e sentido para a vida que levamos hoje.
Toda e qualquer transformação no mundo empresarial necessita de um modelo de gestão e líderes capazes de engajarem suas equipes e as transformarem essa força braçal e criativa em produtividade.


Uma das profissões novas deste início de século é a figura do CEO – Chief Executive Officer ou seja o diretor executivo que tem a responsabilidade de dar a direção ao negócio. Com um perfil de grande capacidade de liderança e ampla visão dos processos do negócio e das influências exercidas pela transformação no ambiente empresarial.


Diante de um cenário de mudanças constantes, e crises econômicas que afetam o mundo estamos enfrentando uma pandemia a qual desestabilizou o mundo, nunca foi tão importante o papel do CEO e de suas características de líder para direcionar os negócios empresariais, cada vez mais esse profissional é requisito para empresas que querem se manter e crescer competitivas no mercado a colocando em um cenário atualizado e assim integrando os processos, a tecnologia e engajando as pessoas de forma criativa e otimizada e extremamente produtiva.


Iniciar um processo por mais simples que seja de inovação e criatividade passa em primeira estância por um processo chamado pessoas, pessoas possuem crenças e valores pessoais que podem contribuir ou conflitar com os valores organizacionais.


Os preconceitos, achismos, e resistências em aceitar o novo faz parte de muitos devido a sua educação formal e autoritária, e pensar somente no cumprimento de tarefas, isso mais ainda na famosa geração X onde a comunicação, a ideia, ser criativo poderia ser mal interpretado como um transgressor de regras e políticas definida nas empresa, seu papel era de executar e não de pensar isso salvo os cargos de maior poder hierárquico.
Hoje com a geração Y o estimulo pela multifunção, pela capacidade de serem educados em realizarem diversas atividades ao mesmo tempo e equilibrarem a satisfação pela carreira e vida pessoal os fizeram ser mais criativos e sem muito apego ao emprego, hierarquia e as coisas materiais que compõem sua rotina desde um notebook, celular ou um carro e atualizamos com o problema da pandemia se encaixaram perfeitamente no exercício do novo modelo em home office. E olha que tenho inúmeros exemplos de meus clientes que garantem que se tornaram muito mais produtivo neste momento de caos sistêmico que o mundo tem passado a quase um ano.


A formação educacional traz a representação de comportamentos e resultados diferentes entre as gerações de pessoas e claro que ao meu ver com total integração com a inovação da tecnologia hoje podemos observar que as gerações se unem em torno da tecnologia como uma fonte de ampliar a segurança e adaptação ao novo mundo que já está ai posto e aparente por meio das redes sociais. produtividade e as empresas de tecnologia ditam a regra do comportamento e acabam tendo poder sobre a humanidade até o momento de ser ameaçada por um poder muito maior e desconhecido por uma outra ciência já que nem lembrávamos mais a biologia. Estamos vivendo o maior momento versus tecnologia e ciência se unem para gerar a cura da humanidade.


Como retrata o excelente filme AMOR SEM ESCALAS, 2009 com o famoso George Clooney; deixar de pensar Localmente e pensar Globalmente fará das empresas se manterem em crescimento e ampliará sua longevidade, mas não é algo fácil de se fazer. As empresas terão que aprenderem a se planejar cada vez mais em curtíssimo prazo e não olhando somente para indicadores numéricos e incluir uma novo indicador de análise de cenários e impactos é assim que se reforça a importância de um CEO na estratégia de uma organização, da mesma forma nossos líderes políticos para gerarem a transformação necessária.


As empresas que não se adequarem poderão ser incorporadas pelas maiores e muitas infelizmente não sobreviveram por não estarem preparadas.


Contudo o maior processo que pode elevar a transformação empresarial é a transformação das pessoas somente passando por elas os processos de criatividade e inovação serão fatores de competência competitiva no mercado.

Paulo Paiva é empresário em educação corporativa há mais de 15 anos, atua como coach, consultor e palestrante. É graduado em administração e especialista em gestão executiva em RH, gestão estratégica de pessoas. psicanalista, terapeuta transpessoal e master em neolinguística. Autor livros, de diversos artigos para sites, revistas e jornais especializados em gestão de pessoas, carreira, administração e autoconhecimento.

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